Tava indo dormir (são meia noite aqui na Coreia) mas vi a notificação do Substack e não resisti. Que texto gostoso, que meu deu fome, e me fez lembrar de várias coisas. Uma das partes mais deliciosas de ser brasileira pelo mundo são as conexões mediadas pelo futebol. Já fiz amigos pelo globo por dúzias e dúzias de motivos diferentes, mas os momentos que compartilhei porque trombei com alguém que tem amor e respeito pelo jogo bonito e pela seleção canarinho… Mesmo hoje em dia, em tempos de Brazil-core pelo mundo, no meio do desastre estético que segue devastando tudo que tem alguma importância nessa era… Enfim.
hahah cara, que demais! obrigado pela generosidade, de verdade! inclusive, a sequência dessa história acaba na Coreia do Sul, onde faço novas amizades por conta do Ronaldinho! hahaha! definitivamente não é futebol! obrigado pelo comentário, Luisa, e boa Copa do Mundo por aí!
Matheus, que delícia de texto. Adorei a forma como você costura Imbituba, infância, futebol, caminhão, Tailândia, comida, música e memória sem perder o fio da narrativa. A gente começa dentro de uma televisãozinha portátil com sinal ruim e, de repente, está em uma aula de culinária tailandesa, sentindo cheiros, sabores e quase sofrendo junto com você por causa da pimenta.
Ri muito em alguns trechos, mas também fiquei tocada por esse olhar curioso de menino que percebeu cedo que o mundo era maior que Imbituba — e que, anos depois, foi ver tudo isso com os próprios olhos.
Tava indo dormir (são meia noite aqui na Coreia) mas vi a notificação do Substack e não resisti. Que texto gostoso, que meu deu fome, e me fez lembrar de várias coisas. Uma das partes mais deliciosas de ser brasileira pelo mundo são as conexões mediadas pelo futebol. Já fiz amigos pelo globo por dúzias e dúzias de motivos diferentes, mas os momentos que compartilhei porque trombei com alguém que tem amor e respeito pelo jogo bonito e pela seleção canarinho… Mesmo hoje em dia, em tempos de Brazil-core pelo mundo, no meio do desastre estético que segue devastando tudo que tem alguma importância nessa era… Enfim.
hahah cara, que demais! obrigado pela generosidade, de verdade! inclusive, a sequência dessa história acaba na Coreia do Sul, onde faço novas amizades por conta do Ronaldinho! hahaha! definitivamente não é futebol! obrigado pelo comentário, Luisa, e boa Copa do Mundo por aí!
Por mais anedotas no Passageiro News 🗣️ Amei, amei, amigo!
Matheus, que delícia de texto. Adorei a forma como você costura Imbituba, infância, futebol, caminhão, Tailândia, comida, música e memória sem perder o fio da narrativa. A gente começa dentro de uma televisãozinha portátil com sinal ruim e, de repente, está em uma aula de culinária tailandesa, sentindo cheiros, sabores e quase sofrendo junto com você por causa da pimenta.
Ri muito em alguns trechos, mas também fiquei tocada por esse olhar curioso de menino que percebeu cedo que o mundo era maior que Imbituba — e que, anos depois, foi ver tudo isso com os próprios olhos.