Matheus, sinto uma conexão bonita com teus escritos. Me remete muito as viagens que fiz e hoje, especialmente, sua postagem me provocou a minha minhoquinha da escrita. O primeiro capítulo do meu livro "Cartas abertas a quem tocar possa" começa com o ato de contar um sonho. Vou escrever e publica-lo amanhã na minha newsletter. Te faço o convite para a leitura. Vou marcar o seu substack ;)
Parabéns pelo o texto rico de referências e reflexões. Faz tempo que não ouço essa música mas ela já marcou bastante um período da minha vida e fui lendo enquanto cantarolava mentalmente.
Matheus, acabei de colocar meus dados do cartão para fazer a assinatura mensal. Meu celular não lê QRCode, coloquei para abrir online mas foi pro notes...Onde eu vou para entrar no grupo do telegram?
Muito interessante sua reflexão (e de Didion e de tantos outros) sobre o ato de escrever e o I, I, I. Penso muito nisso na minha newsletter. Quando olho, meus textos estão caminhando para o "I" alguma coisa. Cogito diminuir a quantidade de textos que tenham "I" no título, e não consigo. Afinal, o que é uma newsletter sobre nomadismo digital a não ser a minha impressão sobre o que é viver não tendo casa, mudando sempre de lugar, trabalhando remotamente. E então percebo que quem se inscreveu e quem continua lendo de alguma forma está interessado naquilo. E isso me motiva, como escritor, a seguir falando de meus eus para quem quiser ler.
Imagino que no seu caso, que é jornalista de formação, esse sentimento de cortar o "I" seja ainda mais forte, né? Achei muito legal quando você diz "percebo que quem se inscreveu e quem continua lendo de alguma forma está interessado naquilo" porque, no caso das nossas newsletters, é isso aí mesmo. É muito mais interessante acompanhar uma pessoa física do que uma jurídica. Obrigado pelo comentário, meu caro!
Por incrível que pareça, não tenho tido tempo de ler e-mails pessoais. E no pouco tempo que me resta, prefiro não ler essas publicações, porque, gosto de dedicar atenção a elas.
Como eu já disse antes, uso esses textos para viajar, mesmo que parado, em um escritório em SP.
Acredito que a hostilidade que você utiliza, seja o único tipo aceitável. Continue.
Matheus, sinto uma conexão bonita com teus escritos. Me remete muito as viagens que fiz e hoje, especialmente, sua postagem me provocou a minha minhoquinha da escrita. O primeiro capítulo do meu livro "Cartas abertas a quem tocar possa" começa com o ato de contar um sonho. Vou escrever e publica-lo amanhã na minha newsletter. Te faço o convite para a leitura. Vou marcar o seu substack ;)
Parabéns pelo o texto rico de referências e reflexões. Faz tempo que não ouço essa música mas ela já marcou bastante um período da minha vida e fui lendo enquanto cantarolava mentalmente.
Puxa, fico muito feliz em saber disso, Manu. E, por favor, me marque na publicação. Adoraria ler.
Muito obrigado pelo comentário e um ótimo final de semana!
Matheus, acabei de colocar meus dados do cartão para fazer a assinatura mensal. Meu celular não lê QRCode, coloquei para abrir online mas foi pro notes...Onde eu vou para entrar no grupo do telegram?
Obrigado pela confiança, Manu! O seu apoio ao meu trabalho significa muito.
Sobre o grupo do Telegram, você receberá um e-mail automático com as instruções (favor checar o spam).
Um grande abraço!
Muito interessante sua reflexão (e de Didion e de tantos outros) sobre o ato de escrever e o I, I, I. Penso muito nisso na minha newsletter. Quando olho, meus textos estão caminhando para o "I" alguma coisa. Cogito diminuir a quantidade de textos que tenham "I" no título, e não consigo. Afinal, o que é uma newsletter sobre nomadismo digital a não ser a minha impressão sobre o que é viver não tendo casa, mudando sempre de lugar, trabalhando remotamente. E então percebo que quem se inscreveu e quem continua lendo de alguma forma está interessado naquilo. E isso me motiva, como escritor, a seguir falando de meus eus para quem quiser ler.
Imagino que no seu caso, que é jornalista de formação, esse sentimento de cortar o "I" seja ainda mais forte, né? Achei muito legal quando você diz "percebo que quem se inscreveu e quem continua lendo de alguma forma está interessado naquilo" porque, no caso das nossas newsletters, é isso aí mesmo. É muito mais interessante acompanhar uma pessoa física do que uma jurídica. Obrigado pelo comentário, meu caro!
Por incrível que pareça, não tenho tido tempo de ler e-mails pessoais. E no pouco tempo que me resta, prefiro não ler essas publicações, porque, gosto de dedicar atenção a elas.
Como eu já disse antes, uso esses textos para viajar, mesmo que parado, em um escritório em SP.
Acredito que a hostilidade que você utiliza, seja o único tipo aceitável. Continue.
Rapaz, também tô com um monte de e-mails salvos aqui para ler com calma.
Obrigado pela generosidade!
Adorei! Obrigado pelo comentário, meu caro.
Ahh, que massa! Depois desse sonho fiquei com muita vontade de conhecer! hehe :)
E, nossa, que loucura esse sonho do teu pai 🤯. Muito obrigado por compartilhar, Camila!